Saiba como proteger documentos físicos nos parâmetros da LGPD

Você certamente já está preocupado com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e os impactos na armazenagem de dados pessoais de clientes e funcionários, não é mesmo? É claro que o início da entrada em vigor da lei vai demorar, mas é bom ir se preparando e saber que a nova lei também trará impactos nos documentos físicos.
Aliás, muitas pessoas pensam que a LGPD terá reflexos apenas nos documentos digitais devido aos ataques de hackers que movimentam altas cifras no mercado ilegal da venda de banco de dados.
Gestão de documentos físicos é fundamental
Entretanto a legislação também vai exigir os mesmos cuidados com a guarda de documentos físicos. Desse modo, será imprescindível uma gestão documental que garanta a eliminação de riscos.
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Isso porque o propósito da nova lei de proteção de dados pessoais visa preservar a privacidade e a segurança dessas informações. Portanto, os riscos de desrespeito à lei por parte das empresas se encontram em ações aparentemente simples, como:
Extravio de documentos;
Descarte incorreto;
Cópias em impressoras conectadas à internet;
Falta de cuidado no armazenamento.
Logo, segundo o texto da lei, as empresas que descuidarem do banco de dados podem ser punidas com multas . Elas, por sua vez, atingem até R$ 50 milhões ou então 2% do faturamento total do negócio.
Sanção pode chegar à suspensão da atividade comercial
A sanção vai ainda mais longe: a suspensão do banco de dados (total ou parcial) e a suspensão da atividade comercial (desde que esta dependa do banco de dados).
Só para lembrar mais detalhes da lei LGPD , a norma regula o tratamento de dados pessoais. Sabe, por exemplo, quando você recebe uma ligação de um consultor comercial sem nunca ter deixado seu contato com a determinada empresa? Trata-se de um vazamento irregular de informações. A lei, portanto, vem para proteger esses dados.
Em resumo, a lei foi sancionada em agosto de 2018 para entrar em vigor em fevereiro de 2020, mas uma nova alteração, juntamente com a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), adiou para agosto de 2020 a sua entrada em vigor, estabelecendo normas para os documentos físicos e digitais.
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